segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Informativo 187
32ª CRE promove Encontro com Educadores de Ensino Religioso

O Encontro com Educadores de Ensino Religioso, iniciou às 13h e 30min, do dia 27 de outubro,  no Salão de Atos do IEE Osmar Poppe, onde a Prof. Solange saudou os participantes e convidou os jovens da Igreja Quadrangular (Grupo Teatral JS Musical) para apresentaram uma dramatização (Peça: Life and death – vida e morte) com a música Everything (Life House), destacando as diversas opções que hoje o mundo coloca para que as pessoas se desviem da verdade (luxúria, dinheiro, bebida/drogas, moda/padrões de beleza/vaidade), mostrando  os caminhos para a Salvação.
Depois disso a palavra passou para a professora Marília, que trouxe a temática do Bullying.  Entre suas colocações, destacamos:
Bullying – Agressão silenciosa que machuca a alma.
Bully = valentão (ing = gerúndio violência que está acontecendo) – 3 agressões ou mais contra a mesma pessoa – a repetição é que caracteriza bullying.
Bullying acontece entre pares, entre iguais. Bullying não tem tradução para o português, convencionou-se não traduzir para chamar mais a atenção mundialmente.
Bullying é o resultado de um processo. A criança vítima do bullying é uma criança silenciosa. Muitas delas não tem com quem falar e não querem falar. Em algumas vezes, é com o educador de Ensino Religioso que elas vêm uma pessoa na qual podem confiar. São nas aulas de Ensino Religioso que as crianças são preparadas para enfrentar a realidade avassaladora do fenômeno Bullying
Ao cair dos frutos reconhecem-se as árvores.  A criança carrega em si os discursos e vivências de sua casa, de seus pais.
Olweus (psicólogo da Noruega) a partir dos anos de 1970/1980 começou a dar atenção ao número de suicídios entre estudantes europeus. Buscou entender os motivos, começou a pesquisar (características em comum: não tinham amigos, não se relacionavam, introspectivas, tímidas, muitas  eram excluídas – últimos a serem escolhidos).
 “A pior enfermidade é não ser ninguém para ninguém” (Madre Teresa de Calcutá) – ser é ser percebido.
Foram passados trechos e debatido o  Filme “Happy Feet” – o diferente sempre chama mais a atenção, onde se trabalha a questão da aceitação do diferente.
Não podemos reverter o que a mãe não fez pelo filho, mas podemos fazer algo por ele. O aluno vai dando pistas em seu comportamento do que se passa em sua vida.
O professor pode apresentar caminhos e alternativas para os alunos.
Há diferença entre o bullying praticado entre os meninos e as meninas. Os meninos geralmente  vão direto ao ponto, falam tudo e às vezes partem para a agressão física. As meninas são diferentes, elas disseminam o seu bullying falando pra um e pra outro – vai no diz que disse...
Sugestões de leitura do Livro: “Bullying – O pesadelo da escola” – Marcos Rolim
* As crianças mais atingidas pelo bullying são as crianças quietas. Elas “incorporam” aquelas idéias como verdades e acabam pensando que merecem aquilo.
Nosso mundo é feito de escolhas. Posso não gostar de alguém por determinado motivo mas não vou ofender esta pessoa por este motivo.
Nosso agradecimento especial aos integrantes do CONNER, seccional de são Luiz Gonzaga, que ajudaram na organização do evento, com a participação do Pastor Wolter Becker da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil,  Pastora Daiane Berndt, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Elói Garay, da Igreja Evangélica do 7ºDia e os 7 jovens da Igreja Quadrangular, com a apresentação da Dramatização.
Às 16:30h – Sugestões de materiais pedagógicos para as aulas de Ensino Religioso e avaliação, ficando o encerramento para as 17:00h.

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SolBatt agradece sua visita!